Pix por aproximação perde o teto de R$ 500

Foto: Bruno Peres / Agência Brasil
O Pix por aproximação ficou mais livre. Desde 1º de outubro de 2026, a modalidade deixou de ter o teto de R$ 500 por transação, o que permite pagar valores mais altos apenas encostando o celular na maquininha.
A mudança foi definida pelo Banco Central na Instrução Normativa BCB nº 746, publicada em junho. O limite passa a seguir as regras de cada conta, e não mais um valor fixo para esse tipo de pagamento.
Como definir o novo limite
O ajuste é feito diretamente no aplicativo do banco. O cliente pode pedir à instituição o aumento ou a redução dos limites, que seguem sujeitos às regras de segurança de cada conta.
A novidade também vale para transações por QR Code, chaves de acesso e operações iniciadas pela jornada sem redirecionamento do Open Finance.
Uso ainda é pequeno
Apesar do crescimento, o Pix por aproximação ainda representa uma fatia pequena dos pagamentos. Em agosto de 2026, a modalidade somou cerca de 2 milhões de transações — o equivalente a 0,06% do total —, ante 1,06 milhão em janeiro.




