Seis governadores são eleitos no 2º turno; veja quem venceu

Seis unidades da federação definiram no segundo turno, realizado em 25 de outubro, quem será o próximo governador: Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins. Os governadores eleitos no 2º turno tomarão posse em 6 de janeiro de 2027, conforme o calendário eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o TSE e a Agência Brasil, os vencedores foram Mailza Assis (PP), no Acre; Omar Aziz (PSD), no Amazonas; Celina Leão (PP), no Distrito Federal; Lorenzo Pazolini (Republicanos), no Espírito Santo; Cadu de Lula (PT), no Rio Grande do Norte; e Vicentinho Júnior (PSDB), no Tocantins.

Percentuais da votação nos estados

Em números arredondados divulgados pela Rádio Nacional, a maior vantagem foi no Acre, com cerca de 66% dos votos para Mailza Assis, que foi reeleita. No Tocantins, Vicentinho Júnior somou aproximadamente 64%, e no Amazonas Omar Aziz teve em torno de 61%.

No Distrito Federal, Celina Leão obteve cerca de 57%. O Espírito Santo teve resultado mais apertado, com Lorenzo Pazolini na faixa de 52%, e o Rio Grande do Norte registrou a disputa mais equilibrada, com Cadu de Lula em torno de 50,7% dos votos.

Como fica o mapa partidário dos governos estaduais

Com o fechamento do ciclo, a Agência Brasil contabilizou que oito partidos vão comandar os 26 estados e o Distrito Federal a partir de 2027. O PL aparece com seis governos, entre eles Santa Catarina, além de Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima e Rio Grande do Sul.

O PSD fica com cinco unidades, enquanto PP, PT e Republicanos têm quatro cada. PSDB governará dois estados, e MDB e Podemos, um cada.

Antes de assumir, os eleitos precisam ser diplomados. Segundo o TSE, os diplomas de governador são expedidos pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), e a Justiça Eleitoral tem até 18 de dezembro como data-limite para a diplomação.

Veja também o calendário completo até a posse no Diário de Santa Catarina e acompanhe os desdobramentos da apuração, que teve o processamento dos boletins de urna afetado pela prorrogação da votação determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

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