Bienal de Curitiba reúne 300 artistas de 38 países até 15/11

A Bienal de Curitiba reúne mais de 300 artistas de 38 países em uma edição que ocupa a capital paranaense e segue até 15 de novembro. Segundo a Agência Brasil, a mostra internacional de arte contemporânea retoma o formato presencial depois de ter sido realizada de forma virtual desde 2019, e os ingressos custam a partir de R$ 18.

A sede principal é o Museu Oscar Niemeyer, o Museu do Olho, que recebe grande parte das obras. A programação também ocupa outros espaços culturais da cidade, como o Museu da Fotografia e o Museu Paranaense, e chega a mais de 30 municípios do interior do estado, o que amplia o acesso de quem não mora na capital.

Tema da Bienal de Curitiba é “Limiares”

O tema desta edição é “Limiares” e propõe uma reflexão sobre as fronteiras cada vez mais difusas entre o humano e o tecnológico e entre o natural e o artificial. A curadora, Tereza de Arruda, afirmou que há dias em que a mostra recebe cerca de 4 mil visitantes.

O público encontra pintura, instalações, performances, videoarte, fotografia, arte sonora e trabalhos que usam inteligência artificial e realidade aumentada. A artista japonesa Chiharu Shiota assina uma instalação na estrutura conhecida como “O Olho”, anexa ao museu.

A videoarte também sai das paredes das galerias: trabalhos selecionados são exibidos em telas do sistema integrado de transporte da cidade, o que leva a Bienal ao cotidiano de quem circula de ônibus.

Como visitar a mostra

Quem pretende ir deve reservar tempo para percorrer mais de um endereço, já que as obras estão distribuídas por diferentes espaços. Como a exposição termina em 15 de novembro, restam pouco mais de três semanas de visitação. Vale conferir horários e a venda de ingressos no site oficial do evento antes de sair de casa.

Para quem está em Santa Catarina e planeja uma viagem ao Paraná, a mostra é uma opção de programação cultural de fôlego. Outras pautas do Diário ajudam a montar o roteiro: veja, por exemplo, o levantamento sobre o custo como barreira de acesso à cultura no Brasil.

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